segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Tendo em conta a multiplicidade de programas que existem ao dispor do docente, que critérios deve ter em conta quando faz a sua escolha?

“Uma tecnologia não é boa, nem má, mas depende do uso que se faz dela, do contexto em que se insere (Levy, 1999, citado por Rosa).
O principal aspecto a ter em conta é o tipo de alunos ao qual é dirigida a aula, de seguida deve organizar o espaço de forma a criar ambientes educativos propícios a essa aprendizagem, pois " O que é preciso aprender não pode mais ser planejado nem precisamente definido com antecedência. Os percursos e perfis de competências são todos singulares e podem cada vez menos ser canalizados em programas ou cursos válidos para todos. Devemos construir novos modelos do espaço do conhecimento. No lugar de uma representação em escalas lineares e paralelas, em pirâmides estruturadas em "níveis", organizadas pela noção de pré-requisitos e convergindo para saberes "superiores", a partir de agora devemos preferir a imagem de espaços de conhecimentos emergentes, abertos, contínuos, em fluxo, não lineares, se reorganizando de acordo com os objetivos ou os contextos, nos quais cada um ocupa uma posição singular e evolutiva." (Levy 1999, p. 158, citado por Rosa).
A profissão de docente é, cada vez mais, um desafio à criatividade do professor, que deve adequar as suas práticas ao grupo com o qual vai trabalhar, aproveitando, da melhor forma, as oportunidades de aprendizagem que vão surgindo, visando sempre promover a autonomia do aluno.
Fontes:Rosa, L.S. (2005). O computador entra na escola. Obtido em 11 de Outubro de 2010, de Universia: http://universia.com.br/ead/materia.jsp?materia=6355

Valente, J.A. (2000). Diferentes Usos do Computador na Educação. Obtido em 11 de Outubro de 2010, de Edutecnet: http://edutec.net/Textos/Alia/PROINFO/prf_txtie02.htm
Elaborado por: Luísa Sousa e Ana Luísa Caires

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